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« em: Quarta, 11 Abril, 2007, 13:40:23 » |
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Este tópico é dedicado a todo o tipo de cultura alternativa.
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« Responder #1 em: Quarta, 11 Abril, 2007, 15:14:24 » |
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ADN da Musica Psicadélica 1957 0 psiquiatra britânico Humphrey Osmond estabelece a palavra "psicadélico": "algo com capacidade de ampliar ou manifestar a mente". 1963 O cantor folk Peter Stampfel cria o tema "Hesitation Blues". Este contém a primeira referência num tema musical a palavra "psicadélico". 1967 Human 'Be-In' in Golden Gate Park, São Francisco. O rock psicadélico toma-se um fenómeno pop. Bandas como Pink Floyd, The Doors, Jefferson Airplane, The Greatful Dead, Jimmi Hendrix, Hawkind ou Traffic fizeram nascer uma perspectiva de maior exploração sónica das regras do rock'n'roll e rhythm & blues. 1970 Goa começa a ser um destino para jovens de todo o mundo desencantados com a sociedade ocidental. Durante os anos 70 o estado indiano vai ter maior afluência de libertinos, que organizam festas e desenvolvem novos caminhos para a cultura psicadélica fundido valores ocidentais e orientais. Rock, reggae e dub serão géneros muito ouvidos durante as temporadas. 1972 Com o funk a música é baseada no ritmo em si - tudo esta centrado num groove. Bandas como Parliament-Funkadelic levaram a cultura psicadélica ao funk e os afro-americanos entram no psicadelismo musical. Disco Essencial: 'The Mothership Connection" de P-Funk. Edição de "Space Is The Place" de Sun Ra, o músico que levou o jazz ao psicadelismo com mais originalidade. Miles Davis ou John Coltrane também deram passos no psy-jazz. 1976 Desenvolvido a partir de padrões rítmicos de funk, a música disco deu novas formas a elementos do psicadelismo: pela primeira vez na história da música, as canções era feitas com "discotecas" em mente. 1980 Psychedelic Fun, Teardrop Explodes e Robyn Hitchcok lideram um revival do rock psicadélico na Grã- Bretanha. Nos EUA nasce o "Paisley Underground'' (The Long Riders, Green On Red The Ran Parade) e The Butthole Surfers. 1985 Os Phuture usam a Roland 303 para criar as sinistras "Acid Trax"; as frequências mentais e repetições similares a trance do Acid House começam a emanar de Chicago. 1987 O DJ francês Laurent começa a fazer experiências em festas em Goa misturando EBM, New Wave, Post Wave, Detroit Techno, Acid House. Jovens pós-era hippie dão novos significados à cultura psicadélica com a tecnologia em mente. São formadas as raízes do goa trance e do psy-trance; Goa Gil leva todo o conceito á espiritualidade. 1992/93 Goa trance entra na industria musical com a emergência de nomes como Youth, TIP, Black Sun, Hallucinogen, Kox Box, Dragonfly, etc. A partir deste ponto de partida editoras, artistas, festas e festivais vão fluir incessantemente em todo o mundo durante os anos 90. A banda Primal Scream lideram um novo acid rock com a pista de dança na sua essência; The Orb, System 7 e Aphex Twin revelam-se músicos importantes para a cultura psicadélica. 1997 A compilação "Let It R.I.P." da Matsuri é para muitos o final oficial do Goa Trance que já havia começado a sua metamorfose como psychedelic trance. 2004 Hoje o trance é global e tem grande variedade de sub-géneros como: full-on, psy-trance, progressive-psy-trance, rock-psy-trance, break trance, minimal psy-trance, psy-tech-trance, dark-psytrance, neo full-on, classic, melodic... Em cada pais há novas abordagens a um conceito, que apesar de encontrar forças de pressão para a sua comercialidade, tem em si a vocação de música independente e alternativa.
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« Última modificação: Segunda, 23 Abril, 2007, 14:34:39 por IonError »
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« Responder #2 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 11:09:21 » |
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Sugestão Nocturna: http://cofi-shop.blogspot.com Aberto: quartas, quintas, sextas, sabados e domingos. Horario: - sextas e sabados das 22:30 ate as 3:00 - quartas e quintas das 22:00 ate as 02:00 Cofi.Shop Xperience é um conceito inovador que surgirá em modo de experiência na noite madeirense. Esta primeira experiência será localizada no primeiro andar do Restaurante Don Filet (ao lado do antigo Fórmula 1), e este espaço será o primeiro café/bar madeirense com uma sala exclusiva para os não fumadores, denominada por "Green Room". Terá também a main room onde fica situada a cabine DJ e o bar principal. Por fim temos também um pequeno miradouro, zona ao ar livre. Este espaço estará em eterna mutação (decoração bimensal) mudando o seu mobiliário há medida que o mesmo for sendo adquirido pelos clientes. O Cofi.Shop Xperience é também um espaço cultural onde se realizarão diversas exposições artísticas, workshops, concurso de novos talentos, formação de Barmen, cyber-café, wi.fi, magazines para consulta (moda,design, decor, musica, etc...). Desta feita a inauguraçao da primeira exposição ficará a cargo de RUI NELSON com a exposiçao MADEIRA GENUINA. O conceito tem como base um bar ecológico, onde tudo é feito de forma a ter o minimo impacto ambiental possivel. No Cofi.Shop a política dos 3 R's (Reduzir, Reutilizar, Reciclar) é muito mais do que apenas uma intenção, é uma realidade que define o próprio bar. Este conceito torna o Cofi.Shop o primeiro bar a nível nacional completamente orientado para a protecção do meio ambiente. A nível publicitário os nossos convites/flyers serão todos impressos em papel reciclado e é reciclavel. Será também utilizado o sistema de mailing list e sms para evitar um maior gasto de papel. Como não poderia deixar de ser, haverá um Eco Ponto interno a fim de separar todo o lixo produzido pelo bar.
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sarini
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« Responder #3 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 20:07:49 » |
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Sugestão Literária:
The Doors of Perception (As portas da percepção, em português) é um livro de 1954, escrito por Aldous Huxley, onde o autor pormenoriza as suas experiências alucinatórias quando tomou mescalina. O título provém de uma citação de William Blake:
"If the doors of perception were cleansed everything would appear to man as it is, infinite." "Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito."
Baseado nesta citação, Huxley assume que o cérebro humano filtra a realidade de modo a não permitir a passagem de todas as impressões e imagens que existem efectivamente. Se isso acontecesse, o processamento de tal quantidade de informação seria simplesmente insuportável. De acordo com esta visão das coisas, as drogas poderiam reduzir esse processo de filtragem, ou "abrir as portas da percepção", como é dito metaforicamente. Com o intuito de verificar esta teoria, Huxley começou a tomar mescalina e a descrever os seus pensamentos e sentimentos sob o efeito da droga. A sua principal impressão será a de que os objectos do nosso quotidiano perdem a sua funcionalidade, passando a existir "por si mesmos". O espaço e as dimensões tornam-se irrelevantes, parecendo que a percepção se alarga de uma forma espantosa e mesmo humilhante já que o ser humano se apercebe da sua incapacidade para fazer face a tantas impressões. Além de drogas como a mescalina, o LSD, a psilocibina, etc, outras formas citadas para se abrir as portas da percepção seriam:
-Períodos prolongados de silêncio e isolamento. -Jejuns prolongados. -Auto-flagelação.
Huxley explica que uma das razões porque as portas da percepção normalmente ficam semi-cerradas seria para a própria protecção do indivíduo, que de outra forma se distrairia com a enxurrada de estímulos desnecessários para a sobrevivência.
Esse livro foi a fonte de inspiração para o nome da banda The Doors, que por sinal apresenta uma obra com características semelhantes ao do livro, quebra de paradigmas, oposição a normas e costumes vigentes e uso de drogas.
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« Última modificação: Sexta, 13 Abril, 2007, 20:10:35 por sarini »
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Larbre
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« Responder #4 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 20:32:19 » |
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Sugestão Literária:
The Doors of Perception (As portas da percepção, em português) é um livro de 1954, escrito por Aldous Huxley, onde o autor pormenoriza as suas experiências alucinatórias quando tomou mescalina. O título provém de uma citação de William Blake:
Já li este livro, é muito bom, aconselho vivamente!
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sarini
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« Responder #5 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 21:10:32 » |
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Sugestão Literária:
The Doors of Perception (As portas da percepção, em português) é um livro de 1954, escrito por Aldous Huxley, onde o autor pormenoriza as suas experiências alucinatórias quando tomou mescalina. O título provém de uma citação de William Blake:
Já li este livro, é muito bom, aconselho vivamente! é sem dúvida um bom livro 
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« Responder #6 em: Sábado, 14 Abril, 2007, 20:39:49 » |
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Artigo retirado do portal Goagadar http://www.goagadar.org/Numa sociedade feita de normas e de estereótipos a questão do domicílio limita-se a um lugar, a um tipo de habitação. No nosso mundo tudo foi feito para os sedentários e é impossível escapar à pergunta, "onde moras?" e às formalidades administrativas. A norma é ter uma habitação fixa. Escolher uma vida fora das normas leva à marginalização, aos preconceitos, à descriminação.  Quem nunca pensou em deixar a cidade e a vida como a conhecemos para trás? Para muitos não passa de um sonho mas alguns amantes da musica electrónica tornaram esse sonho real; optaram por viver a paixão da música e escolheram viver na estrada em nome da liberdade e em reacção a uma sociedade de consumo. São os novos nómadas amantes das novas tecnologias. A família e os amigos podem achar uma loucura deixar uma vida de conforto e partir à aventura à volta do mundo. No entanto, eles não têm que se levantar todos dias à mesma hora, não têm que repetir todos dias os mesmos gestos. Recusam os créditos a 30 anos para comprar uma casa e não querem viver o stress de uma sociedade doente. Não querem partir tudo, mas partir simplesmente. Não estão contra a sociedade, mas ao lado. A cidade é feia, afastam-se para acordar num jardim diferente todos dias.  A vida em comunidade dos "travellers" faz lembrar a dos hippies dos anos 70. Estes nómadas dos tempos modernos vivem em grupos, dispõe de camiões, de autocarros capazes de transportar pessoas e material pesado. O grupo integra novos indivíduos consoante a viagem e os encontros. Entre eles há não só uma paixão pela música como também ideologias comuns. Vivem nos camiões ou autocarros que equiparam com "sound systems", organizam e animam festas ao sabor da viagem. A música é um modo de vida e sem som a viagem não tem sentido. O objectivo é levar a musica onde não é conhecida e a quem não pode viajar, pois a música por si só já é um instrumento de viagem. Quando se proíbe a música, as festas afastam-se e estão sempre em movimento. Estes novos nómadas confrontam-se com as mesmas dificuldades de todos os nómadas, a alimentação, as condições climáticas difíceis e a rejeição da parte dos povos sedentários. Para viver, fazer festas, comer, viajar e pagar a gasolina é preciso trabalhar de vez em quando. Fazem vindimas, trabalham ao dia no campo, num restaurante ou fazem artesanato; no entanto o dinheiro não é o mais importante e tudo é partilhado na comunidade. Cada um trás ao grupo o que sabe fazer (electricidade, cozinha, mecânica). Criam economias paralelas durante as festas, montam bares e vendem artesanato. Esta pode ser uma nova forma de ver o futuro, abdicar de um futuro anunciado e imposto pela sociedade. Uma vida onde o ideal democrático deixa lugar a um ideal comunitário “a tribo”. in: http://www.goagadar.org/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=64&Itemid=33
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« Última modificação: Sábado, 21 Abril, 2007, 02:09:18 por daniel_urbino »
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sarini
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« Responder #7 em: Sábado, 14 Abril, 2007, 21:02:46 » |
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aproveitando a mensagem que o daniel_urbino deixou... Aconselho-vos este site : http://www.zuvuya.net/Conceito Zuvuya.net Zuvuya foi descrito como "O Circuito da Grande Memória", mas é um pouco mais do que isso e não tão simples de pôr em palavras. É sobre quem nós somos, sobre o tempo, culturas, informação e nossa presença e relacionamento dentro do universo. Hoje nós vivemos em um momento de grande diversidade cultural, e também em uma era de unificação global. Nunca antes houve tanta informação disponível em nossas mãos. A "teia de informação" nos permitiu o acesso a todas as culturas, raças e lugares, refletida em uma visão geral de diferentes paradigmas culturais e sub-culturais. A mistura e fusão destas diferentes culturas são o reflexo da combinação das viagens virtuais e físicas, emergindo uma nova cultura global no Ocidente, o qual se prende ao consumo desenfreado de produção em massa. "Quando a terra ficar doente e os animais desaparecerem, surgirá uma nova tribo formada de todas as culturas e de todas as raças para curar a terra. Esta tribo será conhecida como Os Guerreiros do Arco-Íris" Esta profecia dos índios norte-americanos foi orgulhosamente abraçada pela contra cultura dos hippies nos anos 60 e 70, dando início ao movimento ecológico. Enquanto a situação ecológica de nosso planeta se torna cada vez mais séria, maior é a consciência e defesa do meio ambiente, mas ainda é nas sub-culturas que as práticas mais alternativas para a ganância capitalista emergem. José Arguelles, autor de "Surfistas do Zuvuya" (aconselho-vos também esse livro!!), fala do uso de redes de computadores globais e dos templos rádio-sônicos de som harmônico (o antigo ritual de dança transe, revivido através da música eletrônica). Arguelles respeita a cultura Maya pela incrível civilização avançada que eles foram, fazendo mapas de movimentos e de ciclos astronômicos do tempo, com uma precisão igual aquela fornecida por nossos instrumentos modernos. Esta civilização foi além do mero traçar dos mecanismos físicos do sistema solar, mostrando também como a informação viaja de Hunab Ku - o núcleo galáctico - até nós, através do nosso sol. Hunbatz afirma em seu livro "A Ciência/Religião Maya" que não existe diferenças entre ciência/tecnologia e magia/religião. Mitos são matemática, cada número sendo um símbolo metafórico importante e não apenas meios de cálculo. Similarmente na tradição esotérica ocidental do Kabala, os números têm um significado além de sua capacidade como meros dispositivos de medição. Os valores simbólicos do Sephiroth são notavelmente similares à numerologia Maya de 1-13, como descritos no livro de Arguelles. É a divisão entre a ciência e a magia, começando com a 'idade da razão', quando a indústria e a razão começaram um movimento que foi o principal responsável pela crise planetária atual. Praticidade material sacrificou a mitologia em uma busca mundana por conforto, mas gradualmente esta dualidade está sendo transcendida. A ciência começa a reconhecer possibilidades conhecidas há tempos no mundo da magia. Física quântica, a teoria do caos e similares, possibilitam a difusão de factores aleatórios e mudanças de perspectiva, confinados por muito tempo nos reinos do misticismo. Similarmente, a magia está se tornando mais 'científica', refinando sua metodologia, abraçando o paradigma do caos/quantum e usando a tecnologia moderna como uma outra ferramenta mágica. Esta síntese avança o processo para 2012, momento em que deveremos transcender o dualismo da ciência/magia. De nosso estado actual de dualismo é difícil apreciar inteiramente este conceito. Talvez nossa tecnologia se tornará uma extensão onde nós possamos manipular a matéria imediatamente com nossas mentes-magicas. " Toda tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia" - Arthur C. Clarke Indistinguível também a nossa busca em surfar o Zuvuya; acessar informação em circulação dentro do universo com o dispositivo da tecnologia, da arte, da música, da cultura, da ciência e de um bocado de magia!!! more words?
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« Última modificação: Sábado, 14 Abril, 2007, 21:18:47 por sarini »
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« Responder #8 em: Terça, 17 Abril, 2007, 04:44:36 » |
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A Marcha Global pela Marijuana é um encontro anual que se realiza desde 1999. A ideia de uma marcha internacional começou com o encontro pró-legalização da cannábis que ocorreu nesse ano na cidade de Nova Iorque. Ocorre no 1º Sábado de Maio e junta pessoas, consumidores e não consumidores em todo o Mundo pela legalização da cannábis e do auto-cultivo para uso medicinal e recreativo. Nos primeiros 5 anos era apelidada de: Million Marijuana March; World Cannabis Day; Cannabis Liberation Day, mas a partir de 2005 com o crescimento do número de cidades aderentes em mais de 50 países foi adoptado o nome único de Marcha Global pela Marijuana.Um dos grandes organizadores desde 1999 é Dana Beal através do seu site Cures-Not-Wars.org; outro dos principais organizadores é a revista Cannabis Culture Magazine. http://en.wikipedia.org/wiki/Global_Marijuana_March http://globalmarijuanamarch.org/http://www.mgmporto.orghttp://www.mgmlisboa.org/http://www.hortadacouve.com/
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« Última modificação: Terça, 17 Abril, 2007, 04:46:13 por daniel_urbino »
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« Responder #9 em: Quarta, 18 Abril, 2007, 17:17:04 » |
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Sugestão literária: "O Rei Vai Nu - O Cânhamo e a Conspiração contra a Marijuana" de Jack Herer http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=58234SinopseSe proibíssemos todos os combustíveis fósseis e os seus derivados, bem como o corte de árvores para abastecer as celuloses e a construção civil, de modo a inverter o efeito de estufa e parar a desflorestação, salvando assim o planeta - então conhece-se apenas um único recurso natural anualmente renovável capaz de fornecer a maior parte do papel, têxteis e alimentos do mundo, satisfazer todas as necessidades mundiais em termos de transportes e energia, doméstica e industrial, e em simultâneo reduzir a poluição, reconstituir o solo e limpar a atmosfera... E essa substância é - a mesma que já fez tudo isso antes - o Cânhamo-de-Cannabis... a Marijuana! Aplicações do Cânhamo na Confecção de Medicamentos, Alimentos, Combustível, Fibras, Papel e Plástico. Apenas os Factos Sobre o Fumo da Marijuana e os Seus Efeitos nas Pessoas. Porquê e Como Começou a Proibição da Cannabis e o Que Ela Tem Significado para o Mundo. Quem Lucra com a Supressão do Cânhamo e Como Vamos Abolir as Leis Proibicionistas. O Que Podemos Fazer para Acelerar o Processo e Beneficiar das Mudanças Iminentes. Excerto da obra"Desde mais de 1000 anos antes do tempo de Cristo até 1883, o cânhamo-de-cannabis - de facto, a marijuana - foi a cultura agrícola mais importante do nosso planeta, e a sua maior indústria, envolvendo milhares de produtos e empresas; produzindo a maioria das fibras, tecidos, óleo de iluminação, papel, incenso e medicamentos da Terra. Era além disso uma fonte primária de óleo alimentar e proteínas essenciais para seres humanos e animais. (...) Usando cânhamo puro, ou misturando cânhamo com algodão, poderemos legar as nossas camisas, calças e outras peças de roupa aos nossos netos. Uma política de fomento inteligente poderia substituir essencialmente o uso de fibras petroquímicas sintéticas por fibras naturais biodegradáveis, que são mais resistentes, baratas, frescas e absorventes do que o nylon e o poliéster. (...) Nos anos 20 e 30, a cadeia jornalística de Hearst manufacturou deliberadamente uma nova ameaça para a América, e fomentou uma nova campanha de jornalismo amarelo visando proibir o cânhamo. Por exemplo, a história de um acidente de viação no qual foi encontrado um cigarro de marijuana dominaria as manchetes durante semanas a fio, enquanto os acidentes de viação relacionados com o álcool (que eram mais de 1000 vezes superiores aos acidentes ligados com a marijuana) eram relegados para as páginas traseiras. (...) A proteína completa contida na semente de cânhamo fornece ao corpo todos os aminoácidos essenciais que são necessários para conservar a saúde, e fornece os tipos e quantidades necessárias de aminoácidos de que o corpo carece para produzir soro humano de albumina e soro de globulinas, tais como anticorpos de globulina gama potenciadores da imunidade. (...) Ao mesmo tempo que adoptava o vinho como sacramento, e tolerava as cervejas e as bebidas fortemente alcoólicas, a Inquisição proibiu a ingestão de cannabis em Espanha no século XII, e em França no século XIII. Muitos outros remédios naturais foram simultaneamente proibidos. Qualquer pessoa que usasse cânhamo para comunicar com espíritos, operar curas ou com qualquer outro fim era classificada de feiticeiro. (...) Quanto ao famoso astrónomo e escritor Carl Sagan (Contacto Cosmos), falecido em 1996 aos 62 anos, a revelação de que era um ávido fumador de marijuana surge na sua biografia Carl Sagan: Uma Vida, da autoria de Keay Davidson. Segundo esta, em 1971, sob o pseudónimo de Mr. X, Sagan escreveu um ensaio para o livro Marijuana Reconsidered, no qual considera que, além de intensificar a sua experiência alimentar, musical e sexual, fumar cannabis foi responsável por inspirações que se saldaram por algum do seu melhor trabalho intelectual - concretamente a sua obra mais consagrada, Os Dragões do Eden, que em grande medida terá sido influenciada pela marijuana. (...) Em Nova Orleães, os brancos preocupavam-se igualmente com o facto dos músicos negros, que eram suspeitos de fumar marijuana, estarem a espalhar uma nova música vudu muito ritmada que forçava até as mulheres brancas decentes a bater o pé, e cujo objectivo final era libertá-los do jugo dos brancos. Hoje chamamos a essa nova música... jazz! (...) Quando funcionários do governo dos E.U. agem ou conspiram deliberadamente desta forma - sejam eles o presidente, o vice-presidente, o czar nacional antidroga, o director do FBI ou da CIA -, eles deviam ser presos. E, numa sociedade americana honesta, eles seriam responsabilizados pelos 14 milhões de anos a que já condenaram tantos americanos pelo crime de possuírem erva. (...) Os prisioneiros a cumprir pena por posse, venda, transporte ou cultivo pacíficos de cânhamo-de-cannabis devem ser imediatamente libertados. O dinheiro e os haveres apreendidos devem ser restituídos. Devem ser apagados os registos criminais, concedida uma amnistia e paga alguma espécie de compensação pelas penas cumpridas. Estes prisioneiros da cannabis são as verdadeiras vítimas deste crime monstruoso contra a Humanidade chamado Guerra às Drogas. (...) Sob a influência da marijuana, os mexicanos exigiam um tratamento humano, olhavam para as mulheres brancas, exigiam que os seus filhos fossem educados enquanto os pais colhiam beterraba de açúcar, e faziam outras exigências insolentes. Com o pretexto da marijuana (a Erva Assassina), os brancos podiam agora usar a força e racionalizar os seus violentos actos repressivos. (...) Tal como noticia a Playboy, a metodologia vudu de Heath consistia em atar macacos rhesus a uma cadeira e obrigá-los a inalar o equivalente a 63 charros de potente erva colombiana em cinco minutos, através de máquinas de gás estanques. A Playboy descobriu que Heath administrara diariamente 63 charros em cinco minutos num período pouco superior a três meses, em vez de administrar 30 charros por dia durante um ano, tal como se propusera fazer. Veio a descobrir-se que Heath procedeu assim para não ser obrigado a pagar o salário de um assistente durante um ano completo. (...) O estudo sublinha o reforço positivo que na Jamaica é socialmente conferido aos fumadores de ganja e o elogio universal da prática por parte dos seus utilizadores, que a fumam como tónico laboral. Os utilizadores descreveram os efeitos de fumar ganja como tornando-os mais espertos, animados, alegres, responsáveis e conscientes. Informaram que fumar ganja era bom para a meditação e a concentração, e criava uma sensação geral de bem-estar e auto-afirmação. (...) Foi assim que, quando o jovem piloto George Bush se ejectou do seu avião em chamas após um combate aéreo sobre o Pacífico, ele mal sabia que: Partes do motor do seu avião eram lubrificadas com óleo de sementes de cânhamo-de-cannabis; 100% das cintas do páraquedas que lhe salvou a vida eram feitas de cânhamo-de-cannabis cultivado nos E.U.; Virtualmente todo o cordame e cordas do navio que o recolheu eram feitos de cânhamo-de-cannabis; (...) A taxação vigente em Portugal na centúria de Quinhentos é reveladora do estatuto económico privilegiado que a cannabis desfrutava à época. Assim, de acordo com uma avaliação feita em 1515 para cálculo das rendas a pagar à coroa, ao cânhamo era atribuída a mais elevada cotação dos vários géneros produzidos no reino - uma pedra (oito arráteis) de linho cânhamo equivalia a 50 réis, contra 40 réis para um leitão, e 20 réis para um alqueire de trigo, um almude de vinho, ou um cordeiro ou cabrito. (...) Mas o factor mais importante na difusão da marijuana em Portugal foram sem dúvida os militares portugueses que participaram nas guerras de África. Muitos deles, tendo despertado para os prazeres de fumar liamba ou suruma nas antigas colónias africanas, ao regressarem das suas comissões de serviço faziam-se acompanhar de amostras das potentes variedades de cannabis africana (boi-cola, mangarrossa), que partilhavam com amigos e familiares." "Desde mais de 1000 anos antes do tempo de Cristo até 1883, o cânhamo-de-cannabis - de facto, a marijuana - foi a cultura agrícola mais importante do nosso planeta, e a sua maior indústria, envolvendo milhares de produtos e empresas; produzindo a maioria das fibras, tecidos, óleo de iluminação, papel, incenso e medicamentos da Terra. Era além disso uma fonte primária de óleo alimentar e proteínas essenciais para seres humanos e animais. (...) Usando cânhamo puro, ou misturando cânhamo com algodão, poderemos legar as nossas camisas, calças e outras peças de roupa aos nossos netos. Uma política de fomento inteligente poderia substituir essencialmente o uso de fibras petroquímicas sintéticas por fibras naturais biodegradáveis, que são mais resistentes, baratas, frescas e absorventes do que o nylon e o poliéster. (...) Nos anos 20 e 30, a cadeia jornalística de Hearst manufacturou deliberadamente uma nova ameaça para a América, e fomentou uma nova campanha de jornalismo amarelo visando proibir o cânhamo. Por exemplo, a história de um acidente de viação no qual foi encontrado um cigarro de marijuana dominaria as manchetes durante semanas a fio, enquanto os acidentes de viação relacionados com o álcool (que eram mais de 1000 vezes superiores aos acidentes ligados com a marijuana) eram relegados para as páginas traseiras. (...) A proteína completa contida na semente de cânhamo fornece ao corpo todos os aminoácidos essenciais que são necessários para conservar a saúde, e fornece os tipos e quantidades necessárias de aminoácidos de que o corpo carece para produzir soro humano de albumina e soro de globulinas, tais como anticorpos de globulina gama potenciadores da imunidade. (...) Ao mesmo tempo que adoptava o vinho como sacramento, e tolerava as cervejas e as bebidas fortemente alcoólicas, a Inquisição proibiu a ingestão de cannabis em Espanha no século XII, e em França no século XIII. Muitos outros remédios naturais foram simultaneamente proibidos. Qualquer pessoa que usasse cânhamo para comunicar com espíritos, operar curas ou com qualquer outro fim era classificada de feiticeiro. (...) Quanto ao famoso astrónomo e escritor Carl Sagan (Contacto Cosmos), falecido em 1996 aos 62 anos, a revelação de que era um ávido fumador de marijuana surge na sua biografia Carl Sagan: Uma Vida, da autoria de Keay Davidson. Segundo esta, em 1971, sob o pseudónimo de Mr. X, Sagan escreveu um ensaio para o livro Marijuana Reconsidered, no qual considera que, além de intensificar a sua experiência alimentar, musical e sexual, fumar cannabis foi responsável por inspirações que se saldaram por algum do seu melhor trabalho intelectual - concretamente a sua obra mais consagrada, Os Dragões do Eden, que em grande medida terá sido influenciada pela marijuana. (...) Em Nova Orleães, os brancos preocupavam-se igualmente com o facto dos músicos negros, que eram suspeitos de fumar marijuana, estarem a espalhar uma nova música vudu muito ritmada que forçava até as mulheres brancas decentes a bater o pé, e cujo objectivo final era libertá-los do jugo dos brancos. Hoje chamamos a essa nova música... jazz! (...) Quando funcionários do governo dos E.U. agem ou conspiram deliberadamente desta forma - sejam eles o presidente, o vice-presidente, o czar nacional antidroga, o director do FBI ou da CIA -, eles deviam ser presos. E, numa sociedade americana honesta, eles seriam responsabilizados pelos 14 milhões de anos a que já condenaram tantos americanos pelo crime de possuírem erva. (...) Os prisioneiros a cumprir pena por posse, venda, transporte ou cultivo pacíficos de cânhamo-de-cannabis devem ser imediatamente libertados. O dinheiro e os haveres apreendidos devem ser restituídos. Devem ser apagados os registos criminais, concedida uma amnistia e paga alguma espécie de compensação pelas penas cumpridas. Estes prisioneiros da cannabis são as verdadeiras vítimas deste crime monstruoso contra a Humanidade chamado Guerra às Drogas. (...) Sob a influência da marijuana, os mexicanos exigiam um tratamento humano, olhavam para as mulheres brancas, exigiam que os seus filhos fossem educados enquanto os pais colhiam beterraba de açúcar, e faziam outras exigências insolentes. Com o pretexto da marijuana (a Erva Assassina), os brancos podiam agora usar a força e racionalizar os seus violentos actos repressivos. (...) Tal como noticia a Playboy, a metodologia vudu de Heath consistia em atar macacos rhesus a uma cadeira e obrigá-los a inalar o equivalente a 63 charros de potente erva colombiana em cinco minutos, através de máquinas de gás estanques. A Playboy descobriu que Heath administrara diariamente 63 charros em cinco minutos num período pouco superior a três meses, em vez de administrar 30 charros por dia durante um ano, tal como se propusera fazer. Veio a descobrir-se que Heath procedeu assim para não ser obrigado a pagar o salário de um assistente durante um ano completo. (...) O estudo sublinha o reforço positivo que na Jamaica é socialmente conferido aos fumadores de ganja e o elogio universal da prática por parte dos seus utilizadores, que a fumam como tónico laboral. Os utilizadores descreveram os efeitos de fumar ganja como tornando-os mais espertos, animados, alegres, responsáveis e conscientes. Informaram que fumar ganja era bom para a meditação e a concentração, e criava uma sensação geral de bem-estar e auto-afirmação. (...) Foi assim que, quando o jovem piloto George Bush se ejectou do seu avião em chamas após um combate aéreo sobre o Pacífico, ele mal sabia que: Partes do motor do seu avião eram lubrificadas com óleo de sementes de cânhamo-de-cannabis; 100% das cintas do páraquedas que lhe salvou a vida eram feitas de cânhamo-de-cannabis cultivado nos E.U.; Virtualmente todo o cordame e cordas do navio que o recolheu eram feitos de cânhamo-de-cannabis; (...) A taxação vigente em Portugal na centúria de Quinhentos é reveladora do estatuto económico privilegiado que a cannabis desfrutava à época. Assim, de acordo com uma avaliação feita em 1515 para cálculo das rendas a pagar à coroa, ao cânhamo era atribuída a mais elevada cotação dos vários géneros produzidos no reino - uma pedra (oito arráteis) de linho cânhamo equivalia a 50 réis, contra 40 réis para um leitão, e 20 réis para um alqueire de trigo, um almude de vinho, ou um cordeiro ou cabrito. (...) Mas o factor mais importante na difusão da marijuana em Portugal foram sem dúvida os militares portugueses que participaram nas guerras de África. Muitos deles, tendo despertado para os prazeres de fumar liamba ou suruma nas antigas colónias africanas, ao regressarem das suas comissões de serviço faziam-se acompanhar de amostras das potentes variedades de cannabis africana (boi-cola, mangarrossa), que partilhavam com amigos e familiares."
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« Última modificação: Segunda, 23 Abril, 2007, 13:51:04 por IonError »
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« Responder #10 em: Sábado, 21 Abril, 2007, 01:53:41 » |
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Artigo retirado do portal Goagadar http://www.goagadar.org/Escrito por moleirinho «Os viajantes do trance perseguem uma aventura global, a liberdade. Vêm de todo o mundo, de Londres, Tokyo, Moscovo, Paris, Seattle, Madrid... para o Boom, Full Moon, Rainbow Serpent Festival, VooV Experience, em busca de uma transformação espiritual. Os ingredientes para o conseguir são a música, a dança, a mãe natureza e a união. São pessoas de todos níveis sociais; sentem-se prisioneiros da sociedade, do tempo, fogem dos escritórios e das longas semanas de trabalho para o êxtase do trance.  As festas são um espaço de expressão; transparece na roupa, no cabelo, nas cores e na forma de estar. Deuses, ohms, aliens e gnomos são bem vindos. Embora o movimento tenha origem no movimento psicadélico dos anos 60, estes não são hippies. Os viajantes do trance espalham a mensagem PLUR com o apoio da tecnologia. O ciberespaço e os festivais são espaços de encontro e de comunicação. A tecnologia é o alimento da cena. A cena trance não existiria mesmo sem sintetizadores, computadores e outros equipamentos. A música trance é música electrónica, uma criatura da tecnologia.  O LSD, os cogumelos e o ecstasy são aceites mas não essenciais para a cena. Podem ser chaves, uma forma de abrir algumas portas, como uma nova forma de pensar ou de ver o mundo. O objectivo não é escapar ou ignorar a realidade mas sim explorar uma nova realidade. Durante 2, 3, 4 e às vezes 10 dias vivem a cena trance, dançam, “freakam” e sorriem. Durante um período de tempo, nalgum lugar, sentem-se verdadeiramente livres. Querem brilhar o suficiente para mudar o mundo. Embora não seja certo de que o irão conseguir, este é o local certo. Uma pessoa de cada vez, todos juntos, podem melhorar o mundo. Têm amigos japoneses, dinamarqueses, russos, suecos, portugueses, australianos, franceses... Os festivais são verdadeiros espaços de troca de cultura. »
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« Responder #11 em: Sábado, 21 Abril, 2007, 02:08:01 » |
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Boas este artigo foi retirado da Wikipedia ContraculturaOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nos anos 60 inicia-se um estilo de mobilização e contestação social e com ele novos meios de comunicação em massa. Jovens inovando estilos, voltado-se mais para o anti-social aos olhos das famílias mais conservadoras, com um espírito mais libertário, resumindo como uma cultura underground, cultura alternativa ou cultura marginal, focada principalmente para as transformações da consciência, dos valores e do comportamento, na busca de outros espaços e novos canais de expressão para o indivíduo e pequenas realidades do cotidiano. Surgiu então a Contracultura que pode ser definida como um ideário altercador que coloca em dúvida valores centrais vigentes e instituídos na cultura ocidental. Com o vultoso crescimento dos meios de comunicação, a difusão de normas, valores, gostos e padrões de comportamento se libertavam das amarras tradicionais e locais – como a religiosa e a familiar –, ganhando uma dimensão mais universal e aproximando a juventude de todo o globo. Destarte, a contracultura desenvolveu-se na América Latina, na Europa e principalmente nos EUA pessoas buscavam coisas novas e na música. Na década de 1950 surgiu nos Estados Unidos, o primeiro grande grupo de contra cultura o Beat Generation (Geração Beat). Os Beatniks eram jovens intelectuais que contestavam o consumismo e o otimismo do pós-guerra americano, o anticomunismo generalizado e a falta de pensamento crítico. Na década de 1960 o mundo conheceu o principal e mais influente movimento de contra cultura ja exitente, o movimento Hippie . Os hippies se opunham radicalmente aos valores culturais considerados importantes na sociedade: o trabalho, o patriotismo e nacionalismo, a ascensão social e até mesmo a "estética padrão".; Aparece o rock’n’roll, com a figura de Elvis Presley, entre outros que foram surgindo ao longo deste período. O movimento hippie, com suas comunidades e passeatas pela paz, teve força a partir de um grande acontecimento, que foi o festival Woodstock, em 1969, com vários shows que marcaram a era hippie. “De um lado, o termo contracultura pode se referir ao conjunto de movimentos de rebelião da juventude [...] que marcaram os anos 60: o movimento hippie, a música rock, uma certa movimentação nas universidades, viagens de mochila, drogas e assim por diante. [...] Trata-se, então, de um fenômeno datado e situado historicamente e que, embora muito próximo de nós, já faz parte do passado”. [...] “De outro lado, o mesmo termo pode também se referir a alguma coisa mais geral, mais abstrata, um certo espírito, um certo modo de contestação, de enfrentamento diante da ordem vigente, de caráter profundamente radical e bastante estranho às forças mais tradicionais de oposição a esta mesma ordem dominante. Um tipo de crítica anárquica – esta parece ser a palavra-chave – que, de certa maneira, ‘rompe com as regras do jogo’ em termos de modo de se fazer oposição a uma determinada situação. [...] Uma contracultura, entendida assim, reaparece de tempos em tempos, em diferentes épocas e situações, e costuma ter um papel fortemente revigorador da crítica social.” (Pereira, 1992, p. 20). A partir de todos esse fatos era difícil ignorar-se a contracultura como forma de contestação radical, pois rompia com praticamente todos os hábitos consagrados de pensamentos e comportamentos da cultura dominante, surgindo inicialmente na imprensa foi ganhando espaço no sentido de lançar rótulos ou modismos. É vital a importância dos meios de comunicação de massa para configurar a contracultura: “pela primeira vez, os sentimentos de rebeldia, insatisfação e busca que caracterizam o processo de transição para a maturidade encontram ressonância nos meios de comunicação” (Carvalho, 2002, p. 7). O que marcava a nova onda de protestos desta cultura que começava a tomar conta, principalmente, da sociedade americana era o seu caráter de não-violência, por tudo que conseguiu expressar, por todo o envolvimento social que conseguiu provocar, é um fenômeno verdadeiramente cultural. Constituindo-se num dos principais veículos da nova cultura que explodia em pleno coração das sociedades industriais avançadas. O discurso crítico que o movimento estudantil internacional elaborou ao longo dos anos 60 visava não apenas as contradições da sociedade capitalista, mas também aquelas de uma sociedade industrial capitalista, tecnocrática, nas suas manifestações mais simples e corriqueiras. Neste período a contracultura teve seu lugar de importância, não apenas pelo seu poder de mobilização, mas principalmente, pela natureza de idéias que colocou em circulação, pelo modo como as veiculou e pelo espaço de intervenção crítica que abriu. Por contracultura, segundo Pereira, pode-se entender duas representações até certo ponto diferentes, ainda que muito ligadas entre si: Finalmente, esta ruptura ideológica do establishment, a que se se convencionou chamar de contracultura, modificou inexoravelmente o modo de vida ocidental, seja na esfera social, com a gênese do Movimento pelos Direitos Civis ; no âmbito musical, com o surgimento de gêneros musicais e organização de festivais; e na área política, como os infindos protestos desencadeados pela beligerância ianque. Pode-se citar ainda o movimento estudantil Maio de 68, ocorrido na França, além da Primavera de Praga, sucedida na Tchecoslováquia no mesmo ano. Pereira (1992) assevera que é difícil negar que a contracultura seja a última – pelo menos até agora – grande utopia radical de transformação social que se originou no Ocidente.
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« Responder #12 em: Sábado, 21 Abril, 2007, 02:25:22 » |
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« Responder #13 em: Domingo, 22 Abril, 2007, 05:36:06 » |
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Bons dias  Aqui vai mais um artigo retirado da Wikipedia. Espero que gostem. O artigo em inglês está mais completo. Bjs e abraços Freeganismo Inglês - http://en.wikipedia.org/wiki/FreeganismPortuguês - http://pt.wikipedia.org/wiki/Freeganismo http://www.freegan.info/?page=PortuguesO Freeganismo é um estilo de vida baseado no reconhecimento de que praticamente todas as trocas monetárias e de trabalho dentro de uma economia capitalista contribuem para incontáveis formas de exploração - abuso de trabalhadores, exploração animal, fome, destruição ecológica, encarceramento em massa, guerra, distribuição desigual de recursos, transformação das mulheres em mercadoria - quase todos os problemas de que os grupos de defesa de direitos sociais, ecológicos e animais tratam. Conceitos básicosFreegans são pessoas que adotam estratégias alternativas para viver baseados em uma participação limitada na economia e consomem o mínimo possível de produtos. Os freegans apóiam a comunidade, a generosidade, o interesse social, a liberdade, e a ajuda mútua, ao contrário da atual sociedade baseada em materialismo, apatia moral, competição, conformismo e cobiça. Os freegans afirmam que, após anos tentando boicotar produtos de corporações responsáveis por violações dos direitos humanos, destruição ambiental e exploração de animais, eles perceberam que não importa o que comprarmos, de algum modo estaremos de alguma forma apoiando alguma empresa até pior. De acordo com os freegans, eles perceberam que o problema não é só algumas empresas e corporações, mas todo o sistema econômico em si. O freeganismo é um boicote a esse sistema, onde a causa do lucro atinge considerações éticas, e onde os sistemas de produção em massa asseguram que todos os produtos que comprarmos terão algum tipo de impacto prejudicial - muitos dos quais jamais estaremos cientes. Então, ao invés de evitar comprar produtos de uma empresa socialmente irresponsável só para apoiar outra (talvez ainda pior), os freegans evitam de comprar qualquer coisa em todos os níveis possíveis. O termo freegan é derivado das palavras "free" (livre, grátis, em inglês) e vegan. Vegans são pessoas que não consomem produtos de origem animal ou testados em animais, em um esforço de evitar a exploração animal. Os freegans levam isso adiante, reconhecendo que em uma economia industrial, de produção em massa, movida pelo lucro, exploração de animais, de humanos e da terra, essa exploração acontece em todos os níveis de produção (desde a aquisição da matéria-prima, à produção e ao transporte) e em praticamente quase todos os produtos que compramos. "Trabalho forçado, destruição da floresta amazônica, aquecimento global, desapropriação de terras de comunidades indígenas, poluição do ar e da água, erradicação da vida selvagem na agricultura, manipulação de políticos para o interesse das grandes corporações, destruição de montanhas pelas mineradoras, derramamento de óleo do oceano, exploração do trabalho infantil, são apenas alguns dos vários impactos dos aparentemente inocentes produtos que consumimos todos os dias.", afirmam os freegans. Freeganismo na práticaOs freegans adotam como estilo de vida várias estratégias que são baseadas nos seguintes princípios: Retorno ao NaturalOs freegans praticam o "Retorno ao Natural", em que dizem: "Vivemos em uma sociedade onde os alimentos que comemos são cultivados a milhares de quilômetros de nossas casas, industrializados, e então transportados por longas distâncias para serem armazenados por um longo período, tudo isso a um alto custo ecológico. Por causa desse processo, perdemos a valorização das mudanças das estações e dos ciclos da vida, mas muitas pessoas estão se reconectando com a Terra através da jardinagem e da colheita silvestre." Os freegans afirmam que esses "ecologistas urbanos" têm transformado lotes cheios de entulhos em lotes verdes de jardins e hortas comunitárias. Em bairros onde as lojas mais vendem alimentos industrializados do que vegetais frescos, as hortas comunitárias fornecem uma fonte saudável de alimentação. Onde o ar está sufocado com poluentes indutores de asma, as árvores nesses jardins comunitários produzem oxigênio. Em áreas dominadas por tijolos, concreto e asfalto, os jardins comunitários fornecem um oásis de plantas, espaços abertos, e locais onde as comunidades podem se reunir, trabalharem juntas, dividirem alimento, crescerem juntas, e derrubar as barreiras que mantêm as pessoas longe uma das outras, em uma sociedade onde cada vez mais estamos isolados e distantes uns dos outros. Os chamados colhedores silvestres nos mostram que podemos nos alimentar sem os supermercados, e tratar nossas doenças sem farmácias, nos familiarizando com as plantas comestíveis e medicinais que crescem ao nosso redor. Até mesmo parques e praças podem nos fornecer alimentos e medicamentos, nos dando uma nova visão à realidade de que nosso sustento vem ultimamente não das comidas fabricadas pelas corporações, mas da própria Terra. Outras pessoas vão além disso, se tornando ferais, se mudando das cidades e centros urbanos para morarem em comunidades alternativas e ecovilas baseadas em técnicas primitivas de sobrevivência. Transporte Ecológico Os freegans têm ciência dos desastrosos impactos ecológicos e sociais dos automóveis. Todos sabemos que os automóveis causam a poluição, que é criada através da queima do petróleo, mas normalmente ninguém pensa nos fatores destrutivos como o desmatamento de florestas para a construção de estradas onde antes havia vida selvagem e nas constantes mortes de seres humanos e de animais. Além do mais, o atual uso massivo do petróleo gera o estímulo econômico que acarreta guerras e mortes como as do Iraque e em todo o mundo. Por isso, os freegans optam por não utilizarem carros sempre que possível. Ao invés disso, eles usam outros métodos de transporte incluindo caminhadas, bicicleta, skate, ou caronas. A carona enche os espaços de um carro que não seria utilizado, portanto essa prática nada adiciona ao consumo de carros e de gasolina como um todo. Alguns freegans acham alguns usos de carro inevitáveis, mesmo assim tentamos eliminar nossa dependência de combustíveis fósseis, por isso em alguns países algumas pessoas adaptam seus veículos para funcionarem a óleos vegetais, utilizando inclusive óleo de fritura de restaurantes - outro exemplo do uso do que seria jogado fora para um uso prático. Em vários países existem grupos de voluntários que incentivam e dão assistência às pessoas para converterem seus carros a gasolina, diesel ou álcool para funcionarem a base de óleo vegetal. Moradia Livre de Aluguer (Squat)Os freegans acreditam que a moradia é um direito e não um privilégio. Assim como os freegans acham uma atrocidade milhares de pessoas passarem fome enquanto toneladas de alimento são desperdiçadas, também consideram "um absurdo as pessoas se matarem de trabalhar para pagar aluguer ou literalmente morrerem de frio nas ruas enquanto existem inúmeras casas e prédios ociosos simplesmente porque seus proprietários não vêm lucro em disponibilizar esses espaços para moradia." Squats são os locais onde as pessoas (os chamados "ocupas") reabilitam imóveis abandonados e mal cuidados. Os ocupas acreditam que as verdadeiras necessidades humanas são muito mais importantes do que as noções abstratas de propriedade privada, e que aqueles que defendem seus direitos legais onde a moradia é vitalmente necessária, não merecem possuir esses imóveis. Além de áreas de moradia, os squats são convertidos também em centros comunitários com programas incluindo atividades educativas, educação ambiental, locais de encontros de organizações comunitárias, e muito mais, afirmam. Recuperação do que é DesperdiçadoDe acordo com os freegans, vivemos em um sistema econômico onde as empresas só avaliam a terra e seus recursos baseados em sua capacidade de gerarem lucro. Os consumidores são constantemente bombardeados com propagandas que dizem para jogarem fora o que já possuem para trocá-los por novos produtos, simplesmente porque é essa atitude que aumenta as vendas. Essa prática produz uma quantidade de lixo tão grande que muitas pessoas podem se alimentar e viver unicamente desse lixo. Os freegans coletam esse lixo ao invés de comprar produtos novos para não serem consumidores desperdiçadores, para desafiarem politicamente a injustiça que é permitir que recursos vitais sejam desperdiçados enquanto milhares de pessoas são carentes das mais básicas necessidades como alimentação, vestuário, e moradia, e reduzir o lixo (utilizável) que iria para aterros sanitários e incineradores que são sempre situados nas periferias das cidades, onde causam problemas de saúde como asma ou câncer. Talvez a estratégia freegan mais conhecida (embora não seja a única) seja a chamada "colheita urbana" ou "mergulho em lixeiras". Essa técnica consiste em buscar no lixo de varejistas, residências, escritórios, e outros locais, por bens utilizáveis. Apesar dos estereótipos impostos na nossa sociedade sobre o lixo, o que os freegans encontram são coisas utilizáveis e limpas, e em perfeitas ou quase que perfeitas condições de uso, um sintoma da cultura descartável que nos encoraja a constantemente trocar o que já possuímos por produtos novos, e onde os comerciantes dispõem um grande volume de produtos como parte de seu modelo econômico. Alguns freegans fazem suas procuras sozinhos, outros vão em grupos, mas quase sempre as descobertas são divididas entre outros e com qualquer pessoa que esteja interessada. Grupos como o Food Not Bombs (Comida, e não Bombas) recuperam alimentos que provavelmente iriam para o lixo e os utilizam para preparar refeições coletivas em locais públicos. Recuperando os descartes de supermercados, feiras, escolas, residências, hotéis, ou qualquer lugar, através da técnica de vasculhar o lixo, os freegans encontram alimentos, livros e revistas, cds, móveis, roupas, eletro-domésticos e outros equipamentos eletrônicos, produtos de uso animal, jogos, brinquedos, bicicletas, e praticamente qualquer tipo de bem consumível. Ao invés de contribuirem com o desperdício, os freegans reduzem o lixo e a poluição, diminuindo assim o volume total de lixo nessa tendência ao desperdício. Muitos itens utilizáveis também podem ser encontrados gratuitamente e divididos com os outros em redes de troca, como Freecycle. Para colocar a disposição itens úteis, os freegans aconselham a procurar redes de trocas. Nessas redes de trocas, as pessoas dividem o que possuem com as outras. Elas dão e recebem, sem a utilização de qualquer dinheiro. Quando os freegans precisam comprar, eles compram de segunda-mão, "o que reduz a produção, ajudando assim a reutilizar e reduzir o que provavelmente seria jogado fora, sem financiar uma nova produção." Diminuição do DesperdícioPor causa das nossas frequentes coletas de lixo de nossa sociedade descartável, os freegans estão cientes e aborrecidos pelas enormes quantidades de desperdício que um consumidor gera todos os dias, assim não querem fazer parte do problema. Por isso, os freegans praticam a reciclagem, a compostagem, e sempre que possível consertam o que têm ao invés de jogarem fora e comprar algo novo. Tudo que é utilizável, os freegans distribuem para seus amigos, ou doam. Trabalhando Menos / Desemprego VoluntárioOs freegans fazem a pergunta: "Quanto de nossas vidas nós sacrificamos para pagarmos contas e comprar mais coisas?" Para muitos dos freegans, trabalhar significa sacrificar nossa liberdade para obedecer ordens de outros, significa estresse, chateação, monotonia e em muitos casos, arriscar nosso bem-estar físico e psicológico. Os freegans percebem que, "não são só alguns produtos que são ruins ou algumas companhias odiosas que são responsáveis pelos abusos sociais e ecológicos em nosso mundo, mas sim todo o sistema em que estamos trabalhando. Como trabalhadores, nós somos a engrenagem nessa máquina de violência, morte, exploração e destruição. O funcionário de um abatedouro que corta o pescoço de um boi é menos responsável pela crueldade que ocorre na criação de animais do que o funcionário da fazenda onde eles são criados? E o publicitário que descobre como fazer o produto mais aceitável? E o contador que trabalha para um açougue para fazê-lo continuar vendendo? Ou o trabalhador da indústria que fabrica os refrigeradores para conservar a carne? E é sempre, claro, o presidente das corporações que carregam toda a responsabilidade por tudo isso, por tomarem as decisões que causam toda a destruição e desperdício. Você não precisa possuir uma ação de uma corporação ou possuir uma fábrica ou uma indústria química para carregar a culpa", são alguns dos pontos levantados pelos freegans em relação ao trabalho. "Sanando as necessidades básicas como alimentação, moradia, vestuário e transporte sem gastar um centavo sequer, os freegans são capazes de reduzir enormemente ou completamente eliminar a necessidade de constantemente estarem trabalhando. Ao invés disso, eles podem dedicar o seu tempo livre cuidando de suas famílias, se voluntariando em suas comunidades, e se juntando a grupos de ativismo que lutam contra as práticas das corporações que por outro lado poderiam estar nos controlando no trabalho. Para alguns, o desemprego total é uma opção, mas limitando nossas necessidades financeiras, até mesmo aqueles de nós que precisam trabalhar podem estabelecer limites conscientes no tanto que cada um trabalha, assumindo total controle de nossas vidas, e escapando da constante pressão de ganhar um salário no final do mês. Mas, mesmo se precisamos trabalhar, não precisamos conceder total controle aos nossos patrões. O espírito freegan da cooperação também pode se estender dentro do local de trabalho, como parte de uniões trabalhistas.", afirmam. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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« Última modificação: Segunda, 23 Abril, 2007, 13:48:24 por IonError »
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« Responder #14 em: Segunda, 23 Abril, 2007, 13:56:29 » |
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Sugestão literaria/revista:FNC é o código IATA para a Madeira. Traz-nos ideias de viagens, de outros ambientes. Mas, curiosamente, o que o código nos devia fazer pensar seria em regressar, já que só o veremos no percurso de volta. FNC deveria assim fazer-nos pensar na Madeira. Mais concretamente, e regressando o nome original do aeroporto que serve a ilha, ao Funchal. Nesta primeira edição de FNC desafiamo-lo a fazer uma viagem ao nosso Funchal. Leve a revista e faça uso dela para uma viagem através daquilo que nos une – a cidade. Foi esse o desafio que fizemos a uma série de amigos, que nos levassem. Que nos levassem numa viagem por uma ideia. O cinema e a música não carecem de justificação. O que é, afinal, que estes fazem senão levar-nos por aí? E é também nesta óptica que se deve entender a sugestão de percurso pela Zona Velha do Funchal. Vamos, então, viajar. De uma maneira que a todos é possível, e que a todos será, certamente, agradável. É esse, pelo menos, o nosso propósito para este projecto. E conte connosco para o continuarmos, na esperança embora que possamos sempre contar consigo para uma viagem pelos percursos da imaginação. Carpe diem. Goze o seu dia - ou a sua noite -, e continue a viver a sua cidade.
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