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36625 Mensagens em 3888 Tópicos- por 5059 Membros - Membro Mais Recente:

Terça, 22 Maio, 2012, 10:53:22
MBN FórumSecções DedicadasConfraria PsyTrance (Moderador: IonError)Citações, Manifestos
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Autor Tópico: Citações, Manifestos  (Lida 7505 vezes)
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"balanced dualistic ONEss"


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« em: Quarta, 11 Abril, 2007, 13:48:23 »

Este tópico é dedicado ás mais diversas citações e manifestos, que nos traga algo de novo à compreensão do Mundo.
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"balanced dualistic ONEss"


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« Responder #1 em: Quarta, 11 Abril, 2007, 13:49:00 »

Manifesto do Transe Psicadélico

Escolhemos o êxtase como estado emocional.
Escolhemos o amor como nutriente.
Escolhemos a tecnologia como vício.
Escolhemos a música como religião.
Escolhemos o conhecimento como moeda.
E não escolhemos nada como política.
Escolhemos a utopia como sociedade, ainda que saibamos que nunca acontecerá.

Vocês podem nos odiar.
Vocês podem nos ignorar.
Vocês podem não nos entender.
Vocês podem nem mesmo saber da nossa existência.
Nós apenas esperamos que não nos julguem.

Porque nós nunca vos julgaremos.

Nós não somos criminosos.
Nós não somos desiludidos.
Nós não somos viciados em drogas.
Nós não somos crianças ingénuas.
Nós somos uma massa, uma aldeia tribal global que transcende as leis feitas pelo homem, a física, a geografia e o próprio tempo.

Nós somos A Massa.
Uma Massa.

No princípio fomos tragados pelo som vindo de longe, trovejando, abafado, ecoando uma batida comparada
com o coração de uma mãe acalmando uma criança no seu útero de concreto, metal e fios elétricos.

Nós fomos sugados de volta pra dentro deste útero, e lá dentro, no seu
calor, na sua humidade e escuridão,
nós chegamos a aceitar o facto de que somos todos iguais,
não apenas perante a escuridão e para nós mesmos
mas perante essa mesma música batendo em nós
e passando através das nossas almas:
Nós somos todos iguais e em algum lugar próximo a 35hz nós podemos sentir a
mão de Deus em nossas costas...

...Empurrando-nos pra frente,
forçando-nos a fortalecer nossas mentes,
nossos corpos e nossos espíritos,
levando-nos a virar para a pessoa
do nosso lado e juntar as mãos
levá-las pra cima dividindo a incontrolável
alegria que nós sentimos pela criação desta bolha
mágica que pode, por uma noite, proteger-nos dos horrores, atrocidades e
poluição do mundo exterior.

E foi nesse exacto instante, com essas percepções iniciáticas, que cada um de nós realmente nasceu.
E nós continuamos a espremer nossos corpos em clubes, ou prédios que foram abandonados ou deixados por nada e trazemos vida a esses lugares por uma noite.

Vida forte, latente, vibrante na sua forma mais pura, mais intensa e mais hedonista,
nesses espaços temporários, nós buscamos livrar-nos do
fardo da incerteza pelo futuro que vocês não foram capazes
de estabilizar para nós.

Buscamos ignorar nossas inibições, e livrar-nos das algemas e
restrições que vocês colocaram em nós,
para a paz das vossas próprias mentes.

Buscamos reescrever a programação em que vocês nos tentaram
doutrinar desde o minuto em que nascemos.
Programação que nos diz para odiar,
nos diz para julgar,
que nos diz para nos enfiarmos dentro do ninho de pombo
mais próximo e conveniente possível.

Programação que até mesmo nos diz para subir escadas por vocês,
pular através de aros, correr em labirintos e em rodas de hamsters.
Programação que nos diz para comer da brilhante colher de prata com
a qual vocês tentam nos alimentar, ao invés de nos nutrir com
nossas próprias mãos tão capazes.

Programação que nos diz para fechar nossas mente, ao invés de abri-las,
até que o sol nasça para queimar nossos olhos ao revelar a realidade
distorcida de um mundo que vocês criaram para nós.
Nós dançamos vigorosamente com nossos irmãos e irmãs em celebração da nossa
vida, da nossa cultura e dos valores nos quais
acreditamos:

Paz, Amor, Liberdade, Tolerância, Unidade, Harmonia,
Expressão, Responsabilidade e Respeito.

Escolhemos a ignorância como nosso inimigo.
Escolhemos a informação como nossa arma.
Escolhemos o crime de burlar e desafiar quaisquer leis que vocês criem
para nos impedir de celebrar a nossa existência.

Mas saibam que enquanto vocês podem acabar com qualquer festa..
em qualquer noite,
em qualquer cidade,
em qualquer país ou continente deste lindo planeta,
vocês nunca poderão acabar com a festa inteira.
Vocês não têm acesso a esse controle.

Não importa o que vocês pensam,
a música nunca vai parar.
A batida do coração nunca vai desaparecer.
A festa nunca vai acabar...


P.L.U.R.
« Última modificação: Quarta, 11 Abril, 2007, 14:10:33 por IonError » Registado

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« Responder #2 em: Quarta, 11 Abril, 2007, 13:54:42 »

Boas! Desconheço o autor deste texto mas anda na net há uns tempos. Gostei pq tem tudo a ver... e gostava de partilha-lo. Bjs e abraços


"Os trancers reconhecem-se pelo olhar porque a luz que brilha nos seus olhos é a mesma que brilha nas estrelas, não resistem a mostrar aos outros as constelações dos céus e... dançam juntos quando chega a luz da madrugada.
Um trancer olha nos olhos de um desconhecido, fala de amor à primeira vista, de almas gêmeas, defende idéias que parecem ridículas, chora mágoas e decepções antigas, alegra-se com novas descobertas,diverte-se, brinca, é irreverente, faz perguntas inconvenientes, diz tolices, disfarça-se de louco quando sofre de lucidez e... dança com seus companheiros.
Já agiu muitas vezes incorretamente, já traiu e mentiu muitas vezes, já trilhou caminhos que não eram os seus e perde-se, vezes sem conta, em labirintos até recuperar novamente seu caminho, já disse sim quando queria dizer não, já feriu os que mais ama, já foi a muitas festas e procurou a paz, a esperança e o amor na música, nos lugares, nos espaços, nos outros, nas drogas...
Um trancer cai nestes abismos muitas vezes, mas quando reune todas as suas forças para sair, descobre que é dentro de si que encontra o amor, a paz, a luz... então vive a esperança de ser melhor do que é... e dança enquanto caminha.
Senta-se num lugar tranquilo da floresta e procura não pensar em nada: descança, contempla, presta atenção à sua respiração, ao voo do pássaro, ao aroma da flor e, conectando-se com a alma do universo, anda suavemente, sente que participa na dança universal e... flutua enquanto dança.
No caminho que livremente escolheu, um trancer sabe também que tem que lidar com gente que não presta atenção às pequenas coisas, que não sabe que tudo é uma coisa só, que cada ação nossa afecta todo o planeta, que cada pensamento nosso se estende muito para além da nossa vida, que cada minuto pode ser uma oportunidade para nos transformarmos, que estamos no mundo não para combater o mal ou condenar e julgar o outro e... dança enquanto ama.
Mas porque é um peregrino, um caminhante em busca espiritual, um mendigo do amor, um trancer senta-se à roda da fogueira e dá as boas vindas aos estranhos. Usa a sua intuição e não desespera-se quando o acham louco ou a viver num mundo de fantasia. Não tem certezas, mas sabe que nem todos os caminhos são para todos os caminhantes e... ensaia novos compassos de dança.
E segue em frente e faz pontes entre o céu e a terra, entre a vida profana e a espiritualidade a que se aspira, entre o visível e o invisível, entre o compreensível e o invizível e então, pouco a pouco, outros se aproximam, reunem-se e iniciam o seu acaminho à volta dos seus ritos, símbolos e mistérios... e dançam à roda da fogueira.
Um trancer conhece o silêncio como a linguagem do indizível, do que não se explica, apenas se sente. Conhece também o poder das palavras e não é tagarela. Não quer parecer ser, ele simplesmente é.
Não sabe de onde veio nem para onde vai, mas sabe que está aqui para amar. O afeto e o carinho fazem parte da sua natureza - tanto quanto respirar - e, porque busca o amor, um trancer arrisca mais que os outros. Arrisca sentir-se derrotado e rejeitado no corpo e na alma, a intimidar-se com o silêncio ou com a indiferença, a decepcionar-se e a magoar-se, mas não desiste porque sabe que sem amor, ele simplesmente não é... então, mergulha com paixão na vida, olha com douçura e serenidade o mais velho ou a criança, reconhece no seu olhar toda a história da sobrevivência da humanidade e... ri e dança com seus companheiros.
Um trancer sabe que é livre para escolher: passa noites de insônia, interroga-se pelo sentido da vida, sobre o que é definitivo e o que é passageiro, questiona as aparências, as fórmulas, as opiniões dos outros, se vale a pena tanto esforço... é, então, capaz de largar tudo e correr para a aventura porque resiste a viver um papel que os outros escolheram para si. As suas decisões são sempre tomadas com coragem e loucura, inventando novas coreografias, ao sabor dos ritmos cósmicos, de noite ou de dia, à luz ou as trevas, no inverno ou no verão... dança, dança..."
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one good thing about music? when it hits, you feel no pain so, hit me with music hit me with music..
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« Responder #3 em: Terça, 17 Abril, 2007, 12:57:17 »

O QUASE

AINDA PIOR QUE A CONVICÇÃO DO NÃO É A INCERTEZA DO TALVEZ, É A DESILUSÃO DE UM QUASE.
É O QUASE QUE ME INCOMODA, QUE ME ENTRISTECE, QUE ME MATA TRAZENDO TUDO QUE PODERIA TER SIDO E NÃO FOI.
QUEM QUASE GANHOU AINDA JOGA, QUEM QUASE PASSOU AINDA ESTUDA, QUEM QUASE MORREU ESTÁ VIVO, QUEM QUASE AMOU NÃO AMOU.

BASTA PENSAR NAS OPORTUNIDADES QUE ESCAPARAM PELOS DEDOS, NAS CHANCES QUE SE PERDEM POR MEDO, NAS IDEIAS QUE NUNCA SAIRÃO DO PAPEL, POR ESSA MALTIDA MANIA DE VIVER NO OUTONO.

PERGUNTO-ME ÁS VEZES, O QUE NOS LEVA A ESCOLHER UMA VIDA MORNA; OU MELHOR, NÃO ME PERGUNTO, CONTESTO.
A RESPOSTA EU SEI DE COR, ESTÁ ESTAMPADA NA DISTÂNCIA E NA FRIEZA DOS SORRISOS, NA FROUXIDÃO DOS ABRAÇOS, NA INDIFERENÇA DOS ``BOM DIA´´, QUASE SUSSURADOS.

SOBRA COVARDIA E FALTA CORAGEM ATÉ PARA SER FELIZ.

A PAIXÃO QUEIMA, O AMOR ENLOUQUECE, O DESEJO TRAI.
TALVEZ ESSES FOSSEM BONS MOTIVOS PARA DECIDIR ENTRE A ALEGRIA E A DOR, SENTIR O NADA, MAS NÃO SÃO.

SE A VIRTUDE ESTIVESSE MESMO NO MEIO TERMO, O MAR NÃO TERIA ONDAS, OS DIAS SERIAM NUBLADOS E O ARCO-ÍRIS EM TONS DE CINZA.

O NADA NÃO ILUNIMA, NÃO INSPIRA, NÃO AFLIGE NEM ACALMA, APENAS AMPLIA O VAZIO QUE CASA UM TRAZ DENTRO DE SI.
NÃO É QUE FÉ MOVA MONTANHAS, NEM QUE TODAS AS ESTRELAS ESTEJAM AO ALCANCE, PARA AS COISAS QUE NÃO PODEM SER MUDADAS RESTA-NOS SOMENTE A PACIÊNCIA PORÉM, PREFERIR A DERROTA PRÉVIA À DÚVIDA DA VITÓRIA É DESPERDIÇAR A OPORTUNIDADE DE MERECER.

PARA OS ERROS HÁ PERDÃO, PARA OS FRACASSOS, CHANCE, PARA OS AMORES IMPOSSÍVEIS, TEMPO. DE NADA ADIANTA CERCAR UM CORAÇÃO VAZIO OU ECONOMIZAR ALMA. UM ROMANCE CUJO FIM É INSTANTÂNEO OU INDOLOR NÃO É UM ROMANCE.
NÃO DEIXE QUE A SAUDADE SUFOQUE, QUE A ROTINA ACOMODE, QUE O MEDO IMPEÇA DE TENTAR.

DESCONFIE DO DESTINO E ACRETIDE EM VOCÊ. GASTE MAIS HORAS REALIZANDO SONHOS, FAZENDO QUE PLANEJANDO, VIVENDO QUE ESPERANDO PORQUE, EMBORA QUEM QUASE MORRE ESTEJA VIVO, QUEM QUASE VIVE JÁ MORREU.

(VERÍSSIMO)
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« Responder #4 em: Segunda, 23 Abril, 2007, 14:27:00 »

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal:

“Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável! Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta".

Ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pôde dar ao pupilo que se iniciava numa carreira difícil. Isso, na Inglaterra. Imaginem aqui, no Brasil. Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa:

“Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma Ciência”.

A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas, é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar.

Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos. Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdam, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra à alguém, até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota, automaticamente, a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras, à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar. Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas...

Enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender.

É um paradoxo angustiante! Infelizmente, temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida. Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues...

"Finge-te de idiota, e terás o céu e a terra".

O problema é que os inteligentes gostam de brilhar!

Que Deus os proteja, então, dos medíocres!...
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« Responder #5 em: Segunda, 23 Abril, 2007, 15:43:34 »

"Human kind, discovered a new way to think, and it had to do with piecing together new thoughts in your mind. Using new images together in a way that expand your mind. We produced images that were latten in our consciousness, but we are not being broth about by reading Vanity Fair or something like that. I believe… with the age of acid, we discovered a new way to think."  in Braincell - New Way To Think

P.S.: desculpem o ingles não estar o mais correcto  :-[
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« Responder #6 em: Segunda, 30 Abril, 2007, 02:37:00 »

"In the beginning there was nothing, and in the end there will be nothing... only light!!" in Golden Skans - The Klaxons

[yt=425,350]sAO1nadsrgQ[/yt]
« Última modificação: Sábado, 19 Maio, 2007, 15:09:42 por IonError » Registado

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« Responder #7 em: Segunda, 30 Abril, 2007, 11:41:45 »

"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante,
com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la,
e que você pode fazer coisas em um instante,
das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam,
percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa,
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas,
pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve se comparar com os outros,
mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo,
mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão,
e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação,
sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o
chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se
teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens,
poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,
mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame,
não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode,
pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma,
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode.”

Shakespeare   
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« Responder #8 em: Segunda, 07 Maio, 2007, 13:47:20 »

  Precisa-se de matéria prima para construir um País  construction
 
  A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como
  Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que
  vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a
  suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na
  farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como
  matéria-prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a
  moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar
  rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma
  família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde,
  lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros
  países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
  E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
 
  Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos
  seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto,
  folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os
  trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertenço a um país
  onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um
  descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não
  pagar ou pagar menos impostos.
 
  Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito.
  Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
  Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas
  e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
  Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
 
  Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é
  "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política,
  histórica nem económica. Onde nossos políticos trabalham dois dias por
  semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres,
  arreliar a classe média e beneficiar a alguns.
  Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem
  ser "compradas", sem se fazer qualquer exame.
 
  Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos
  braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está
  sentada finge que dorme para não dar-lhe o lugar. Um país no qual a
  prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde
  fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos
  governantes.
 
  Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me
  sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito
  para não ser multado.
  Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
  apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,
  o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
 
  Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito
  para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa. Esses defeitos,
  essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em
  pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos
  escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que
  Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim,
  porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui,
  não em outra parte...
 
  Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo
  que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima
  defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não
  tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém
  não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos
  como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não
  serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a
  alternativa?
 
  Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e
  por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra
  coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do
  centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,
  igualmente estancados....igualmente abusados!
 
  É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a
  ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação,
  então tudo muda...
 
  Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um
  messias.
 
  Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada
  poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio
  que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer: desculpamos a
  mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com
  o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.
 
  Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não
  para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu
  comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi
  procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO
  ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.
 
  E você, o que pensa?.... MEDITE!

  Eduardo Prado Coelho - in «Público»


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« Responder #9 em: Sábado, 19 Maio, 2007, 15:05:47 »

"O segundo Gong deu ínicio ao grande êxodo interplanetário.. Gaya... o nosso povo... partiu.

Fomos para um quadrante dimensional, onde a energia era menos criativa. Estávamos destinados a embarcar na densidade da matéria.

O inominável criador enviou-nos um grupo de seis seres destinados a resgatar as consciências mais avançadas deste planeta tão denso. Aqueles que ultrapassam Maya, a grande ilusão, serão de novo transportados para a Origem, onde reina o sentido de unidade total.

A esses seres o Inominável chamou Blasted Mechanism, nascidos do som primordial, transformam a energia do espaço abrindo portais de Luz de onde podemos ir beber sabedoria e compreender que temos de deixar a matéria para começar... simplesmente a Ser.

Contempla!

Torna-te a Luz, torna-te o Som.

Tu és o teu Mestre e o teu Deus.

És TU PRÓPRIO o objecto da tua busca.

Rende-te... à VOZ DO SILÊNCIO." in Blasted Mechanism - All the way (video clip)

[yt=425,350]540XKx2l_Ds[/yt]
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« Responder #10 em: Sexta, 15 Junho, 2007, 09:31:39 »

Às Armas!

1) Para quem não saiba quem é Alan Greenspan, fique a saber que é um senhor nascido em Nova Iorque, de origem judaica, que gostava de tocar saxofone na adolescência, que se doutorou com elevadíssimas médias em Economia e que foi nomeado pelo presidente Reagan, em Junho de 1987, "Chairman of the Board of Governors of the Federal Reserve" - nomeação confirmada pelo Senado dois meses depois.

2) O "Federal Reserve" está para os americanos como o Banco de Portugal está para nós. E por que estou eu com toda esta conversa sobre o Sr. Greenspan? Porque quando ele deixou o lugar, em Janeiro de 2006, auferia anualmente, pelo desempenho daquele alto cargo, a módica quantia de 186.600 dólares norte-americanos por ano -- qualquer coisa como 155.000 euros. O valor dos honorários dos outros membros do Conselho de Administração ("Vice-Chairman" incluído) é de cerca de 150.000 euros.

3) Agora, sabem quanto pagamos ao Governador do Banco de Portugal, um senhor dotado de prodigioso crânio, que dá pelo nome de Vítor Constâncio? Não sabem, pois não? Então pasmen: 280.000 euros, leram bem, DUZENTOS E OITENTA MIL EUROS!
É claro que uma grande potência como Portugal, que possui o dobro da influência, à escala planetária, dos insignificantes EUA, tinha de pagar muito bem ao patrão do seu Banco, além de todas as incontáveis mordomias que lhe dispensa, tal como aos seus pares daquela instituição pública. Também é claro que a verba do americano é fixada pelo Congresso e JAMAIS - como diria o bronco do Lino - pelo próprio, ao contrário do que se passa no país dos donos do mundo e dos maiores imbecis que habitam o planeta Terra.

4) O que mais impressiona nestes números é que o homem que é escutado atentamente por todo o mundo financeiro, cuja decisão sobre as taxas de juro nos afecta a todos, ganha menos do que o seu equivalente num país pobre, pequeno, periférico, que apenas uma ínfima parcela desse território presta alguma atenção! Até a reforma do Mira Amaral é superior à do Greenspan!
Talvez não fosse má ideia espreitarem o portal do Banco de Portugal e verem  quem por lá passou como governador, http://www.bportugal.pt, cliquem em "história".

5) Por que razão esta escandalosa prática se mantém? Pela divisa do Conselho de Administração do Banco de Portugal que deve ser parecida com algo assim: "Trabalhe um dia, receba uma pensão de reforma vitalícia e dê a vez a outro".

6) Os sucessivos governadores do Banco de Portugal têm muito em comum. Por exemplo, sempre que aparecem em público de rompante é porque vem aí borrasca! - "Os portugueses vivem acima das suas possibilidades. Há que cortar nos ordenados, há que restringir o crédito!" Proclamam-no sem que a voz lhes trema, mesmo quando se sabe que o actual governador aufere rendimentos que fariam inveja a Alan Greenspan. No fundo, o que eles nos querem dizer é, "Vocês vivem acima das vossas possibilidades, mas nós não!" Têm carradas de razão.

7) As remunerações dos membros do conselho de administração do Banco de Portugal são fixadas, de acordo com a alínea a) do Artº 40º da Lei Orgânica, por uma comissão de vencimentos. E quem foi que Luís Campos e Cunha, o então ministro das Finanças e ex-vice-governador do Banco de Portugal, nomeou para o representar e presidir a essa comissão? O ex-governador Miguel Beleza, o qual, como adiante se verá, e caso o regime da aposentação dos membros do conselho de administração também lhe seja aplicável como ex-governador do Banco, poderá beneficiar dos aumentos aprovados para os membros do conselho de administração no activo. Uma seita a que o comum dos portugueses não tem acesso e sobre a qual lhe está vedada toda e qualquer informação, filtradas que são todas as que não interessa divulgar pelos meios da subserviente comunicação social que temos.

8 ) Mas tão relevantes como os rendimentos que auferem, são as condições proporcionadas pelo Banco de Portugal no que respeita à aposentação e protecção social dos membros do conselho de administração.

9) O regime de reforma dos administradores do Banco de Portugal foi alterado em 1997, para "acabar com algumas regalias excessivas actualmente existentes." Ainda assim, não se pode dizer que os membros do conselho de administração tenham razões de queixa. Com efeito, logo no nº 1 do ponto 3º (com a epígrafe "Tempo a contar") das Normas sobre Pensões de Reforma do Conselho de Administração do Banco de Portugal se estabelece que, "O tempo mínimo a fundear pelo Banco de Portugal junto do respectivo Fundo de Pensões, será o correspondente ao mandato (cinco anos), independentemente da cessação de funções."

10) Que significa isto? Um membro do conselho de administração toma posse num belo dia e, se nessa tarde lhe apetecer rescindir o contrato, tem a garantia de uma pensão de reforma vitalícia, porque o Banco se compromete a "fundear" o Fundo de Pensões pelo "tempo mínimo (?) correspondente ao mandato (cinco anos)". (ver "divisa" no parágrafo 5).

11) Acresce que houve o cuidado de não permitir interpretações dúbias que pudessem vir a prejudicar um qualquer membro do conselho de administração que, "a qualquer título", possa cessar funções. O nº 1 do ponto 4º das Normas sobre Pensões de Reforma dissipa quaisquer dúvidas: "O Banco de Portugal, através do seu Fundo de Pensões, garantirá uma pensão de reforma correspondente ao período mínimo de cinco anos, ainda que o M.C.A. (membro do conselho de administração) cesse funções, a qualquer título".

12) Quem arquitectou as Normas sobre Pensões de Reforma pensou em tudo? Pensou, até na degradação do valor das pensões. É assim que o nº 1 do ponto 6º estabelece por sua vez: "As pensões de reforma serão actualizadas, a cem por cento, na base da evolução das retribuições dos futuros conselhos de administração, sem prejuízo dos direitos adquiridos ."

13) E o esquema foi tão bem montado que as Normas sobre Pensões de Reforma não deixam de prever a possibilidade de o membro do conselho de administração se considerar ainda válido para agarrar uma outra qualquer oportunidade de trabalho que se lhe depare. Para tanto, temos o ponto 7º, com a epígrafe "Cumulação de pensões", que prevê: "Obtida uma pensão de reforma do banco de Portugal, o M.C.A. [membro do conselho de administração] poderá obter nova pensão da C.G.A. ou de outro qualquer regime, cumulável com a primeira (!)."

14) Mas há mais. O ponto 8.º dispõe que o "M.C.A. (membro do conselho de administração) em situação de reforma gozará de todas as regalias sociais concedidas aos M.C.A. e aos empregados do Banco, devendo a sua pensão de reforma vir a beneficiar de todas as vantagens que àqueles venham a ser atribuídas."

15) Não restam dúvidas de que fez um excelente trabalho quem elaborou as Normas sobre Pensões de Reforma do Conselho de Administração do Banco de Portugal. Pena é que não tenha igualmente colaborado na elaboração do Código do IRS, de modo a compatibilizar ambos os instrumentos legais. Não tendo acontecido assim, há aquela maçada de as contribuições do Banco de Portugal para o Fundo de Pensões poderem ser consideradas, "direitos adquiridos e individualizados dos respectivos beneficiários" e, neste caso, sujeitas a IRS, nos termos do Artº 2º, nº 3, alínea b), n.º 3, do referido código. No melhor pano cai a nódoa.
Minhas amigas e meus amigos: depois de tudo quanto os mais velhos já assistiram nos últimos 33 anos, e de tudo quanto temos vindo a assistir desde 2005, do candidato a Belém que Sócrates escolheu, do aborto, da OTA, do TGV, das reformas de miséria, da "hotelização" do litoral alentejano, das mentirolas e falsificações de documentos do primeiro-ministro, da saída do ministro mais influente do governo para "namorar" dois anos de presidência da CML, das gafes inqualificáveis do Lino e do Pinho, estamos à espera do que mais para passar à acção? À armas, é o que é, e contra os ladrões, marchar, marchar!

Ah, e por favor não reencaminhem isto para o Greenspan - ainda dá uma dor fininha ao pobre coitado...
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« Responder #11 em: Quarta, 20 Junho, 2007, 22:28:36 »

A AMIZADE ESTRELAR

Éramos amigos e vamo-nos tornar estranhos uns aos outros.
Está bem assim, não nos esconderemos nem dissimularemos nada uns dos outros!
Não temos de corar por coisa nenhuma.
Somos como dois "navios", cada um com o seu "mar" e o seu destino.
Cruzámo-nos por acaso, celebrámos juntos uma grande festa, e então os nossos destinos
 repousaram tão tranquilamente no mesmo porto e sob o mesmo sol que parecia terem os dois atingido um objectivo que lhes era comum.
Mas a força poderosa do nosso dever expulsou-nos novamente para mares e sóis diversos
e talvez não nos vejamos mais ou, então, voltar-nos-emos a ver sem nos reconhecermos.
Os mares e os sóis diversos ter-nos-ão transformado.
Estava escrito nos nossos destinos que nos devíamos tornar estranhos.
Mais uma razão para nos respeitarmos mutuamente!
Mais uma razão para santificar a nossa amizade interrompida.
Existe certamente um astro longínquo, invisível e prodigioso, que dá uma lei comum às nossas pequenas evoluções!
Mas a nossa vida é demasiado curta, a nossa vida é demasiado fraca: não poderemos ser realmente amigos;
deveremos contentar-nos com esta possibilidade sublime.
E se temos de nos tornar desconhecidos na terra, acreditemos, apesar de tudo,
na nossa amizade estrelar.

Nietzsche - Adaptação da responsabilidade do Professor Sá Couto.
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« Responder #12 em: Quarta, 11 Julho, 2007, 09:41:43 »

"Sonhar é isolar o mundo da sua existencia, é extinguir a vivacidade do real. Para que um sonho se torne realidade é antes de mais necessario que contemplemos as medidas do real para que possamos ter consciencia da dimensao do desafio. Sonhar somente se baseando na crença é condenar as ideias à limitada forma da utopia. É no minimo racional que mantenhamos pelo menos um pé assente na terra, sem medo que ele bata quando os sonhos se tornam desmedidos."

Bárbara Campos
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« Responder #13 em: Quinta, 20 Setembro, 2007, 14:30:23 »

"Grande parte das coisas que fazemos na vida (e que dão sentido à vida) não serve para nada, se o verbo «servir» significar «ter uma utilidade que todas as pessoas podem compreender». - Ana Sofia

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« Responder #14 em: Quinta, 20 Setembro, 2007, 14:44:11 »

Quero ser presidente do banco de portugal por um dia! lol
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