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Quarta, 23 Maio, 2012, 14:21:24
MBN FórumSecções DedicadasConfraria PsyTrance (Moderador: IonError)Conhecimento Ciêntifico
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Autor Tópico: Conhecimento Ciêntifico  (Lida 8066 vezes)
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« em: Sexta, 13 Abril, 2007, 10:51:50 »

Este tópico é dedicado a todo o conhecimento ciêntifico.
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« Responder #1 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 11:05:31 »

Sugestão cibernautica:

http://dererummundi.blogspot.com/

De Rerum Natura - A natureza das coisas.

O que faz um físico, um filósofo, uma pedagoga, um matemático, uma química mais um e uma bióloga todos juntos num mesmo espaço? Poderíamos ser levados a pensar que estariam todos a defender o seu saber e conhecimento atacando todos os outros. Mas esta é uma ideia completamente errada quando falamos de conhecimento e ciência. O conhecimento goza de uma linguagem universal e todos os contributos são alicerces na sua construção. Como nos mostraram os gregos, sem diálogo e discussão racional não há nem democracia, nem saber. Mais recentemente Carl Sagan foi o grego moderno. E em Portugal? Ninguém sabe disto? Anda tudo de costas voltadas? A resposta, ainda tímida, é Não. Carlos Fiolhais, Desidério Murcho, Helena Damião, Jorge Buescu, Palmira F. Silva, Paulo Gama Mota, Sofia Araújo sabem com que linhas se pode cozer a ciência, a filosofia e o saber em geral. Por essa razão se sentam à mesma mesa, uma mesa disposta publicamente num gesto aparentemente vulgar (um blog), mas, no assunto, muito invulgar em Portugal: dialogar, discutir, apresentar argumentos e contra argumentar. Ainda por cima temos a oportunidade de assistir a este diálogo. É um gesto muito nobre, este, que antecipadamente, agradeço aos autores. Um blog com todos estes nomes, a falar de ciência e filosofia em português é um momento ímpar e muito bem vindo, mas ainda sobra uma questão: as televisões em Portugal estão à espera de quê? Que a ignorância regrida ainda mais para poderem vender sub produtos comerciais? Contra a idiotacracia do eduquês, aqui temos um exemplo a ampliar.

Texto extraido de http://rolandoa.blogs.sapo.pt/
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« Responder #2 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 11:06:45 »

Sugestão literária:

Mais Rápido Que a Luz - João Magueijo
http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=2127

Mais Rápido Que a Luz - que será sem dúvida um dos livros mais polémicos do ano - é a história fascinante de como a ideia herege de um jovem físico genial poderá vir a destronar Einstein e a mudar para sempre o nosso modo de ver o mundo.
Em física, basta dizer-se a palavra «luz» para que todos entoem: Nada se move mais depressa do que a luz - o que é de facto verdade. Mas a luz tem outra propriedade espantosa: propaga-se a uma e uma só velocidade, que é uma das constantes da natureza. Esta ideia foi consagrada por Einstein na sua teoria da relatividade restrita e é um dos pilares da física moderna: todos lhe atribuem o estatuto de verdade religiosa. Mas e se não for correcta?

Em Mais Rápido Que a Luz, o físico teórico João Magueijo, doutorado pela Universidade de Cambridge, propõe uma especulação extraordinária: que a velocidade da luz tenha sido maior no universo primordial.
Por que é que alguém com trinta e poucos anos e quase de certeza com uma carreira brilhante à sua frente iria arriscar a reputação com uma ideia aparentemente tão descabida, que põe mesmo em causa Albert Einstein? Magueijo mostra neste livro original que a sua teoria da velocidade da luz variável (VSL) resolve alguns dos problemas mais difíceis da cosmologia. Embora quase todos aceitem que o cosmos teve origem num big bang, há aspectos do universo ainda por explicar. Há décadas que estes paradoxos enlouquecem os cientistas; eis que a VSL dá respostas geniais a todos de uma só vez. A teoria pode além disso ter consequências fabulosas quanto a viagens espaciais, buracos negros, dilatação do tempo e teoria das cordas. Muito ironicamente, talvez a VSL seja a porta para a teoria de grande unificação que escapou a Einstein.

De certa forma, não importa se é Einstein ou Magueijo quem tem razão: este livro é acerca das ideias e do seu lugar no mundo. É acerca de como os cientistas trabalham em conjunto e acerca do que os separa. É acerca do quanto é preciso lutar para que as nossas ideias sejam aceites. No fundo, Mais Rápido Que a Luz é a biografia de uma especulação científica.
É também a história de uma tentativa única de desvendar a natureza do universo. Magueijo encontra inspiração para a sua busca nos locais mais inesperados: em Goa, ao observar hippies movidos a ecstasy despedirem-se do sol; num pub arruinado de Notting Hill, ao discutir teoria das cordas com um colega; em Cambridge, ao atravessar os campos de jogos num dia cinzento...

Como Richard Feynman e outros antes dele, João Magueijo teve a temeridade de afrontar ideias aceites. Mais Rápido Que a Luz é a fantástica história dessa viagem, que ainda não chegou ao fim.

JOÃO MAGUEIJO é professor de Física Teórica no Imperial College de Londres, onde foi durante três anos Research Fellow (investigador) da Royal Society. Foi cientista convidado das Universidades da Califórnia em Berkeley e de Princeton, tendo-se doutorado em física teórica na Universidade de Cambridge.
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« Responder #3 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 11:07:37 »

Noticia Cientifica: Cientistas finalmente conseguem ultrapassar a barreira da velocidade da luz!!! Shocked

http://www.cbc.ca/health/story/2000/07/20/speedlight000720.html#skip300x250

Scientists have finally exceeded the speed of light, causing a light pulse to travel hundreds of times faster than normal. It raced so fast the pulse exited a specially-prepared chamber before it even finished entering it.
The experiment is the first-ever evidence of faster-than-light motion. The result appears to be at odds with one of the basic principles of Albert Einstein's theory of relativity, that nothing can go faster than the speed of light in a vacuum, about 186,000 miles per second.

However, Lijun Wang, one of the scientists from the NEC Research Institute in Princeton, N.J., says their findings are not at odds with Einstein. She says their experiment only disproves the general misconception that nothing can move faster than the speed of light. The scientific statement "nothing with mass can travel faster than the speed of light" is an entirely different belief, one that has yet to be proven wrong. The NEC experiment caused a pulse of light, a group of waves with no mass, to go faster than light.

For the experiment, the researchers manipulated a vapour of laser-irradiated atoms that boost the speed of light waves causing a pulse that shoots through the vapour about 300 times faster than it would take the pulse to go the same distance in a vacuum. Light travels slower in any medium more dense than a vacuum, which has no density at all. For example, light travelling through glass slows to two-thirds its speed in a vacuum. If the glass is altered, the light can be slowed even further.

The NEC team produced the opposite effect. Inside a chamber, they changed the state of a vapour in a way that light travelling through it would travel faster than normal. When the pulse of light travelled through the vapour, the pulse reconfigured as some component waves stretched and others compressed. As the waves approached the end of the chamber, they recombined, forming the original pulse.

The key to the experiment was that the pulse reformed before it could have gotten there by simply travelling through empty space. This means that, when the waves of the light distorted, the pulse traveled forward in time.

The NEC researchers published their results in this week's issue of the journal Nature.


Bem... com tudo isto, que mudará nas nossas vidas, depois de se tirarem mais conclusões desta descoberta?
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« Responder #4 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 11:08:15 »

Sugestão literária:

O UNIVERSO ELEGANTE - Brian Greene
http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=2108
http://www.pbs.org/wgbh/nova/elegant/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_cordas

Por vezes diz-se que o acto de explorar não é tanto o de procurar novas paisagens, mas o de ver com novos olhos. Os leitores que olharem para o universo através dos olhos criados pela teoria de cordas descobrirão que a vista é de cortar a respiração.

Uma das teorias mais ambiciosas que alguma vez foi proposta, a teoria de cordas é a chave para a teoria unificada do campo que "fugiu" a Einstein por mais de trinta anos. Agora, a ciência superou a divergência de quase cem anos entre as leis do muito grande -- a relatividade geral - e as leis do muito pequeno - a mecânica quântica. A teoria de cordas unifica habilmente estes dois pilares da física moderna de uma forma única e harmoniosa ao proclamar que todas as maravilhas que ocorrem no universo surgem das vibrações de uma simples entidade: curvas de energia microscópicas inscritas profundamente no coração da matéria.

Neste livro admirável, Brian Greene relata a história científica e a luta humana por detrás da busca desta teoria final. Ideias revolucionárias e excitantes tais como novas dimensões escondidas no tecido do espaço, buracos negros que se transformam em partículas elementares, cortes e furos no contínuo do espaço-tempo, universos gigantes que se trocam com outros minúsculos, e toda uma variedade de outros aspectos que desempenham um papel essencial na compreensão de algumas das questões mais profundas de todos os tempos.

Com autoridade e charme, através do uso da metáfora e da analogia, Brian Greene consegue tornar acessíveis alguns dos conceitos mais sofisticados alguma vez pensados, levando-nos mais perto do que nunca a compreender como funciona o universo.

Brian Greene licenciou-se em Harvard e doutorou-se em Oxford. Foi professor na Universidade de Cornell, tendo sido nomeado professor catedrático em 1995, e em 1996 transferiu-se para a Universidade de Columbia onde é actualmente professor de física e de matemática. É considerado um dos grandes cientistas no campo da teoria das cordas, tendo realizado um grande número de descobertas revolucionárias neste domínio.
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« Responder #5 em: Sexta, 13 Abril, 2007, 12:34:34 »

Tu nao gostas mesmo do einstein lol, 3 post's com teorias contra o homem eheehehhe smile wide
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« Responder #6 em: Sábado, 14 Abril, 2007, 01:51:32 »

Cronologia dos Fractais


http://www.fractaluniverse.org/

Há mais de dois mil anos, Euclides, segundo conta a tradição, enquanto caminhava pela praia, notou que a areia, vista como um todo, se assemelhava a uma superfície contínua e uniforme, embora fosse composta por pequenas partes visíveis.
Desde então, empenhou-se em tentar provar, matematicamente, que todas as formas da natureza podiam ser reduzidas a formas geométricas simples (cubos, esferas, prismas).
Concentrado sobretudo nas formas, deixou de lado um elemento importantíssimo neste tipo de análise: a dimensão. No entanto, inconscientemente, esta foi a chave para o pensamento inicial de Euclides, já que um grão de areia, considerado isoladamente, apresenta três dimensões (largura, altura e profundidade), enquanto que a superfície arenosa da praia é visualmente plana (com duas dimensões).

Seculo XVII
Newton e Leibniz criaram o cálculo, com as suas técnicas de "diferenciação” em termos geométricos, para assim poderem encontrar a tangente e a curva em qualquer ponto dado. No entanto, algumas funções eram descontínuas e, não tinham tangentes nem pontos isolados.

1870
Weierstrass descreveu uma função que era contínua, mas não era diferenciável, isto é, em nenhum ponto se podia descrever uma tangente à curva. 
Quase simultaneamente, Cantor criou um método simples de transformar uma linha numa poeira de pontos, que apesar de não passar de pontos isolados no intervalo [ 0, 1 ], tem mais pontos do que os números racionais, ou seja, tem uma quantidade não numerável de pontos.
Peano, por seu lado, gerou pela primeira vez uma curva ondulada, que tocava em cada ponto do plano.
Todas estas formas pareciam sair das categorias usuais de linhas unidimensionais, bidimensionais e planos tridimensionais, daí o facto pelo o qual a maioria ser vista como “casos patológicos”.

1880
Poincaré ao analisar a estabilidade do sistema solar, desenvolveu um método qualitativo no qual cada ponto representava uma diferente órbita planetária, criando, o que hoje podemos chamar topologia.
Revelou ainda que enquanto muitos movimentos iniciais velozmente caíam em curvas familiares, algumas eram deveras estranhas, “caóticas” cujas órbitas nunca se tornavam periódicas e previsíveis.

1935
O ponto de partida para um matemático bastante célebre, Benoît Mandelbrot foi precisamente a questão da dimensão, que tinha “escapado” a Euclides.
Mandelbrot descreveu matematicamente a ideia original de Euclides, acrescentando a essa ideia a questão da dimensão e, foi deste modo que surgiu a geometria dos fractais.
Num tempo em que o treino matemático francês era fortemente analítico, Benoît Mandelbrot visualizava os problemas sempre que possível, de forma a também os poder resolver em termos geométricos.

1958
Mandelbrot juntou-se à IBM e, iniciou uma análise matemática do ruído electrónico começando a perceber a estrutura presente nele: as hierarquias de flutuações de todos os tipos que não podiam ser descritas pelos métodos estatísticos existentes. Assim, à medida que os anos foram decorrendo, diversos problemas que não pareciam relacionados, foram se unindo cada vez mais, dando origem ao nome: Geometria Fractal.

Anos mais tarde...
Outros investigadores, ao tentar compreender a flutuação, como por exemplo o ruído; séries de preços em economia; ou o percurso de partículas no movimento browniano de fluídos, puderam comprovar que os modelos tradicionais não correspondiam aos dados. Embora, estas pesquisas parecessem sem relação, estavam a convergir para um objectivo comum.
Embora não aparentem, os fractais podem ser encontrados em todo o universo natural e em toda a ciência, desde o aspecto das nuvens, montanhas, árvores e relâmpagos, até à distribuição das galáxias e à economia de stocks e mercados.
Assim, o impacto dos fractais e da geometria fractal é bem evidente, quer na engenharia, nas comunicações telefónicas, na química, na metalúrgica, na arte, na matemática e, até no estudo de doenças crónicas e noutros campos da medicina.
Por exemplo, na década passada, alguns estudos revelaram que um coração saudável bate a um ritmo fractal e, que um batimento cardíaco quase periódico, é um sintoma de insuficiência cardíaca.
« Última modificação: Quarta, 20 Junho, 2007, 17:05:16 por IonError » Registado

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« Responder #7 em: Domingo, 22 Abril, 2007, 18:17:06 »

Nikola Tesla, um visonário ignorado e abafado por thomas edison! Acreditava ser possível controlar o espaço e o tempo. É considerado como que o responsável pelo conceito por detrás da "The Philadelphia Experiment", onde segundo a boato, um navio de guerra americano desapareceu e voltou a aparecer sem os seus tripulantes durante uma experiência com campos magnéticos.

[yt=425,350]pTiiblwwLPk[/yt]

[yt=425,350]nXfWbEiTLII[/yt]

[yt=425,350]hgkeP0CappU[/yt]

[yt=425,350]lExTqblIH_8[/yt]
« Última modificação: Quinta, 17 Maio, 2007, 11:36:06 por IonError » Registado
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« Responder #8 em: Domingo, 22 Abril, 2007, 21:05:03 »

obrigado Labre lol foi um pedaço da tarde de domingo bem passado, já conhecia tesla, foi um visionário q teve mais de 700 patentes .. está de novo na moda, e foi inclusivé mencionado no recente filme "the prestige".  smile wide
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« Responder #9 em: Segunda, 23 Abril, 2007, 15:49:48 »

Sugestão cibernautica:

http://rolandoa.blogs.sapo.pt

Eis um site que costumo visitar, para me actualizar acerca de novidades editoriais de interesse para estudantes e professores de Filosofia (e não só!), com muito boas discussões acerca do assunto atras referido.
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« Responder #10 em: Segunda, 23 Abril, 2007, 15:59:13 »

Sugestão cibernetica educativa/cientifica:

PBS Nova -> http://www.pbs.org/wgbh/nova

NOVA is the highest rated science series on television and the most watched documentary series on public television. It is also one of television's most acclaimed series, having won every major television award, most of them many times over.
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« Responder #11 em: Terça, 24 Abril, 2007, 11:47:00 »

Essa série NOVA é altamente, e dá para ver on-line! Ganda descoberta Ion!!!  thumbs up
Aconselho "The Elegant Universe"
Acho que TODOS nós deveriamos ver estes programas, perceber um pouco aquilo de que somos feitos, onde estamos e o quão pequeno realmente somos Roll Eyes
« Última modificação: Terça, 24 Abril, 2007, 13:09:50 por Larbre » Registado
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« Responder #12 em: Domingo, 29 Abril, 2007, 13:56:06 »

No Big Bang? Endless Universe Made Possible by New Model!!


A new cosmological model demonstrates the universe can endlessly expand and contract, providing a rival to Big Bang theories and solving a thorny modern physics problem, according to University of North Carolina at Chapel Hill physicists.
The cyclic model proposed by Dr. Paul Frampton, Louis J. Rubin Jr. distinguished professor of physics in UNC's College of Arts & Sciences, and co-author Lauris Baum, a UNC graduate student in physics, has four key parts: expansion, turnaround, contraction and bounce.

During expansion, dark energy -- the unknown force causing the universe to expand at an accelerating rate -- pushes and pushes until all matter fragments into patches so far apart that nothing can bridge the gaps. Everything from black holes to atoms disintegrates. This point, just a fraction of a second before the end of time, is the turnaround.

At the turnaround, each fragmented patch collapses and contracts individually instead of pulling back together in a reversal of the Big Bang. The patches become an infinite number of independent universes that contract and then bounce outward again, reinflating in a manner similar to the Big Bang. One patch becomes our universe.
"This cycle happens an infinite number of times, thus eliminating any start or end of time," Frampton said. "There is no Big Bang."

An article describing the model is available on the arXiv.org e-print archive and will appear in an upcoming issue of Physical Review Letters.
Cosmologists first offered an oscillating universe model, with no beginning or end, as a Big Bang alternative in the 1930s. The idea was abandoned because the oscillations could not be reconciled with the rules of physics, including the second law of thermodynamics, Frampton said.

The second law says entropy (a measure of disorder) can't be destroyed. But if entropy increases from one oscillation to the next, the universe becomes larger with each cycle. "The universe would grow like a runaway snowball," Frampton said. Each oscillation will also become successively longer. "Extrapolating backwards in time, this implies that the oscillations before our present one were shorter and shorter. This leads inevitably to a Big Bang," he said.

Frampton and Baum circumvent the Big Bang by postulating that, at the turnaround, any remaining entropy is in patches too remote for interaction. Having each "causal patch" become a separate universe allows each universe to contract essentially empty of matter and entropy. "The presence of any matter creates insuperable difficulties with contraction," Frampton said. "The idea of coming back empty is the most important ingredient of this new cyclic model."
This concept jolted Frampton when it popped into his head last October.
"I suddenly saw there was a new way of solving this seemingly impossible problem," he said. "I was sitting with my feet on my desk, half-asleep and puzzled, and I almost fell out of my chair when I realized there was a much, much simpler possibility."

Also key to Frampton and Baum's model is an assumption about dark energy's equation of state -- the mathematical description of its pressure and density. Frampton and Baum assume dark energy's equation of state is always less than -1. This distinguishes their work from a similar cyclic model proposed in 2002 by physicists Paul Steinhardt and Neil Turok, who assumed the equation of state is never less than -1.

A negative equation of state gives Frampton and Baum a way to stop the universe from blowing itself apart irreversibly, an end physicists call the "Big Rip." The pair found that in their model, the density of dark energy becomes equal to the density of the universe and expansion stops just before the Big Rip.
New satellites currently under construction, such as the European Space Agency's Planck satellite, could gather enough information to determine dark energy's equation of state, Frampton said.

Source: University of North Carolina at Chapel Hill


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« Responder #13 em: Segunda, 30 Abril, 2007, 13:27:39 »

"ok, so what's the speed of dark?"  Shocked
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« Responder #14 em: Terça, 19 Junho, 2007, 14:43:31 »

O Universo Holografico - Para Além da Matéria (Video)

[gv=475,325]-4232897377629019446[/gv]

Science has now caught up with what some of us 'knew' already - that the physical Universe is an illusion and only electrical signals in the back of our brains. This means that we have NO IDEA of what exists outside of our mind - we can't see it, only the electrical impulses of something transmitted from outside ourselves. When we look at a mountain, for example, we perceive it as on object separated from ourselves, when in fact it exists as a hologram of electrical impulses INSIDE of us. Then, if we expand on this, what about the brain? If all the rest is a hologram, so is the brain. Who is it then that "sees"? There is only one explanation - the soul or the spirit! This is now scientific fact (see movie below).
« Última modificação: Quarta, 20 Junho, 2007, 17:08:00 por IonError » Registado

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